Digo o que seria o NÃO no referendo. Digo que seria a maior humilhação da polícia em todos os tempos aqui neste faroeste esculhambado. Veja, segurança ainda é um dos maiores problemas que temos, ok?, e a polícia ainda é responsável (sic) por ela, ok?, bem, sendo assim, algo pior nesse NÃO seria que mesmo as pessoas que não têm e nem pensam em ter armas votem NÃO, ou seja, o mesmo que um homem sem unhas lutasse pelo veto de uma lei que proibisse as pessoas de roê-las.
* em meu país imaginário as leis são sobre o direito de roer unhas e não sobre repasse de verbas à universidades que não sabem o que fazer com dinheiro
* uso ainda o termo polícia, ao invés de "segurança pública", pois é mais explícito, menos chato e ainda me remete ao seriado Chips
Fazer o que se gosta e ainda ganhar bem por isso. O grande problema para aqueles que vêem nisso um verdadeiro problema talvez esteja na ordem das coisas. Ficar rico para fazer o que se gosta talvez seja mais difícil do que fazer o que se gosta para ficar rico. Mas falemos de sobrevivência; afinal não se faz o que se gosta morto, mas se morre por não fazer o que se gosta. Se você sobrevive com um salário de fome para fazer o que não gosta, deve então optar por ter um salário de fome para fazer o que se gosta. Enfim, fazer o que se gosta deve ser um meio, e não apenas um fim.
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