Mas até que ponto é preciso ser responsável para que se escreva em blogs?
A melhor casa de chá da rede questionou isso e acredito que no dia em que os blogs perderem um pouco de uma certa não-obrigação para com o que se escreve ele talvez perca sua magia. Talvez perca aquilo que lhe é mais peculiar: o real ponto de vista de cada um de seus donos, sem "falsas" ideologias ou fisiologismos.
Imagine o dia em que blogs terão suas diretrizes a serem seguidas. Por diretrizes lêem-se leis. Imagine censura a esse ou aquele blog. Teoria de Conspiração? Talvez, mas creio que é bom que continue assim do jeito que está.
O Lula diz que temos uma dívida para com os povos africanos e que é nossa "obrigação" um pedido de desculpas. Como disse o Rafael neste post, ele tem esse direito como chefe de estado e é inegável que a escravização dos povos africanos contribuiu para a degradação contínua daquele continente, estando o Brasil dentre os responsáveis por esse longo e inexorável período da história mundial. Mas o que me intriga e desperta enorme curiosidade é o fato de até onde esse ato foge da demagogia para se concretizar. Ou ainda, até onde esse pedido de desculpas irá chegar, e, obviamente - disso não dá pra fugir - até onde esse pedido de desculpas irá nos afetar.
Só preciso dessas respostas.

Se eu fosse um milionário excêntrico, dono de uma revista de grande circulação nacional, em todos os momentos de grande comoção nacional e/ou mundial, eu iria extrapolar com uma capa bem esdrúxula, sabe? Esse novo papa, por exemplo: na semana em que todas as capas dos principais semanários estampavam a face hilariante do novo papa, no meu não; estaria lá uma grande e formosa bigorna. Não seria estapafurdice maior, se na semana dos atentados às torres gêmeas, estivesse impresso em meu mass media um suculento pão de queijo.
Ouvi
Com ela somos os bravos heróis de nossa própria história. Nos sentimos imbatíveis e prontos para qualquer nova batalha. Sabemos que um dia ela irá nos abandonar, mas ela, sorrateiramente, espera que esqueçamos disso e aí sim, prova que sem ela não somos nada. Ela nos apavora assim que nos deixa, mas quando está ao nosso lado esquecemos dessa bela senhora que nos prega peças ao longo dos anos. Ela quer apenas que lembremos dela, mas ás vezes isso não basta. Ela nos abandona e fica ali, sentadinha, apenas observando o quanto somos frágeis e insignificantes sem ela, a nossa saúde.
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