Dever de educar? Por que?




Pense comigo:
Você é dono de uma emissora de TV, um empresário com grana saindo pelo ladrão e como todo empresário...quer ver sua empresa lucrando.
Obviamente que sua empresa/emissora viva de anúncios (óbvio) e entretenimento (novelas).
Você abriria mão de sua programação lucrativa para dar espaço para programas educativos e culturais?
Só porque o seu país é abarrotado de uma população ignorante e talvez você se ache no DEVER?
Conta outra. Chega de hipocrisia.
Campanha: Adote uma bala perdida

Você que se julga cristão, bom de coração e se emociona com as histórias de órfãos no Ratinho e não pode fazer nada, não se desespere. Agora você já pode fazer alguma coisa.
Adote uma bala perdida.
Elas cortam o céu das grandes cidades brasileiras, perdidinhas, coitadinhas...ás vezes, quando não encontram um crânio ou peito pela frente, se estatelam em alguma janela de um condomínio qualquer.
Eis a sua chance de mostrar que não se acomoda ante as causas nobres, adote uma bala perdida, pode ser de 38 ou até de 12, caso tenha bastante espaço no seu leito.
A AABP (Associação Amigos das Balas Perdidas) agradece o apoio e pede encarecidamente as pessoas que tiverrem algum conhecimento de maus tratos às balas perdidas, que denunciem essa atrocidade no próprio telefone da asssociação. A ligação é gratuita.
Aos interessados em adotar uma infeliz, favor preencher a ficha em anexo aqui mesmo no Contagioso.
Discussão sobre Aborto no Liberal Libertario Libertino

O que realmente complica a situação é o fato de ser uma questão cultural, filosófica, política, legal e religiosa.
Complicado existir um consenso entre tudo isso? Complicado criar uma lei? Complicado considerar o livre-arbítrio para essa situação?
Óbvio. Mas por que?
O que fazer então em uma situação em que todos esses fatores estão envolvidos?
Simples: Aceitar que JAMAIS chegaremos a um consenso sobre essa questão que agradará a todos.
Se conseguirmos chegar a um consenso sobre um assunto dessa magnitude, então aí alcançaremos um patamar muito além de humanos mesquinhos e tolos que somos.
É difícil encarar uma realidade que nos atormenta, mas é mais difícil ainda achar que podemos resolver uma questão dessas.
Se prezarmos a cada dia de nossa vida pelas coisas boas, pelo bom senso e respeito para com as outras pessoas, chegaremos a um ponto de nossas vidas, onde teremos total segurança de nossos atos, sejam eles errados ou não; mas conscientes.
Mas hoje, apoiamos uma causa, tomamos certas decisões ou levantamos certas bandeiras como meras Maria-vai-com-as-outras. Por que é moda discutir sobre tal coisa para estar numa roda de amigos e fazer sucesso mostrando nosso conhecimento, ou simplesmente como vários jornalistas de meia-tigela fazem por aí, com textos vazios que apenas enaltecem aquilo que já estamos cansados de saber: que alguns apóiam o aborto outros não e blá blá blá.
ENQUANTO CONTINUARMOS COM NOSSO PENSAMENTO MESQUINHO E PREPOTENTE, JAMAIS TOMAREMOS UMA DECISÃO IMPORTANTE SOBRE AQUELE FUTURO CIDADÃO OU CIDADÃ QUE ESTÁ POR VIR AO MUNDO.

Verdade ou Mentira?

Quem nunca recebeu em sua caixa postal imagens macabras como as que recebi essa semana.
Segundo o e-mail com o título Absurdo!, em Taiwan, as pessoas estão comendo fetos. Isso mesmo, degustando confortavelmente em suas casa fetos humanos comprados por alguns dólares em supermercados.
Ps. Tenho todas as fotos detalhadas em minha caixa postal.

Proponho aqui duas discussões:
1. Verdade ou Montagem?
Difícil saber. Mas o que importa é se você acredita ou não naquilo que você recebe.

2. Direito igual para todos?
Quando recebi esse e-mail com o título Absurdo, pensei: Suponhamos que realmente em Taiwan isso realmente ocorra. OK. Não seria a cultura deles?
Se na guerra do Iraque todos foram contra os americanos acusando-os de invasores da cultura islâmica, por que então as pessoas se sentem tão ofendidas com certas barbaridades da cultura do Oriente?
Imagine se eu sou um indiano contratado pela empresa que trabalho. Chego em minha mesa no meu primeiro dia e saco uma lâmina do bolso e começo a me auto-mutilar em nome de Alá. Ora, é minha cultura, não reclame!



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