O que você acha que aprendemos com o Holocausto?
1.Que devemos ter compreensão para com nossos semelhantes? (óbvio)
2.Que aquilo que ocorreu na época perdura até hoje, mas se que receba o rótulo de Holocausto? (óbvio)
3.Que Hitler queria dominar o mundo? (óbvio)
4.Que o serviço de propaganda de Hitler foi implacável com judeus doentes, negros, homossexuais... ?

NÃO.
O que aprendemos com o Holocausto, Hitler, nazismo e outras cositas más, é que quem manda é quem está no poder; quem dita as regras é quem reina, quem governa, e não adianta espernear.
O Holocausto Nosso de Cada Dia



Hitler expressou da forma mais explícita possível a que ponto pode chegar o ódio do ser humano pelo outro, ou seja, por aquilo que não gosta e não aceita por perto.
Somar as mortes dos infelizes que morrem aqui no Brasil por fome, falta de atendimento médico ou vítimas inocentes do crime organizado e compará-las ao Holocausto talvez não seja algo inédito muito menos interessante, partindo do princípio de que hoje, a vida esta cada vez mais ridicularizada.
Mas a grande verdade, é que Hitler foi burro.
Isso mesmo, burro. No Brasil, a extinção da raça inferior, do outro, acontece gradual, mas eficiente, cruel mas consentida, aleatória, mas implacável.
Hitler quis tudo de uma só vez, nada astuto.

O Holocausto escolheu uma data, uma forma, um lugar e Um perverso.
O Brasil, lugar escolhido, escolheu uma data: desde seu descobrimento;
Escolheu uma forma: são várias, basta ler os jornais. Mas a mais cruel delas é a mutilação cultural, sofrida por esse povo, por nossos pais, por nós, por nossos filhos...privados de educação.
Escolheu O perverso: cada presidente, cada parlamentar, cada político corrupto que seus cúmplices escolherem.
Essa metáfora de Holocausto no Brasil, nada mais é do que uma opinião, única e exclusiva de um estudante de Jornalismo sem esperança, sem patriotismo.


Existe diferença?Qual a diferença que existe em se matar 6.000.000 de uma só vez e matar milhares pouco a pouco?

Jovem equivocado?Já sei o que vou ouvir: Um jovem blogueiro que se acha no direito de comparar um dos maiores atentados á vida humana ao nosso país, que mesmo muitas vezes não oferecendo qualidade de vida para seu povo, ainda é acolhedor e se pode andar pelas ruas.Besteira.
Da mesma forma que você pensa que vive bem, experimente estar na pele da classe realmente excluída. Você que não tem seu corpo destruído por Zyclon B, ou não passa um só dia sem uma bela de uma refeição, é porque você pertence a uma classe privilegiada, a mesma a que pertenciam aqueles que não sofreram nada naquela época. Privilegiados. Alemães.
Mundo Estranho

Ao ler esse blog hoje, cuidado: Aquele cachorrinho da ajuda do Word irá tomar vida, transpor a tela do seu micro e sentar em sua mesa. Não se assuste se por acaso ele trouxer consigo o mago e o clips saltador. Faça como eu fiz hoje, interaja. Só tome cuidado na hora do almoço, pois o clips não ingere líquidos; diz ele que é para evitar a ferrugem...
Ah!, se usar Linux, é bom regular o ar condicionado, pois já sabe como é o pingüim...

NÃO SE ASSUSTE, ASSISTI ONTEM BIG FISH, DE TIM BURTON
Protegendo a fonte

Na primeira aula do curso de Jornalismo, se aprende que todo jornalista deve ter uma fonte para, digamos, furos de reportagem, que é a alma do negócio.
Aprende também, que essa fonte deve ser implacávelmente fidedigna, ou seja, fiel, e que devemos prezar dessa fonte acima de tudo, protegendo sua integridade e anonimato.

Agora eu penso: Supomos que estamos sendo alvo de uma terrível catástrofe; uma hecatombe nuclear, e que o responsável ou alguns de seus capatazes estejam me fonecendo informações sobre o trágico dia que virá. Ou seja, essa pessoa seria minha fonte e eu, como jornalista, publicaria em um grande jornal ou revista do país essas informações.

Sendo assim, estou sendo cúmplice ou não?
Tenho direito de prezar de minha fonte sendo ela a reponsável por algo terrível?
E ela, têm o direito de ter sua imagem preservada?

Pos é exatamente isso que está acontecendo no caso do pilantra Waldomiro Diniz. A revista Época, através do intrépido jornalista, argumenta que nada pode dizer a respeito da forma que conseguiu o material para a matéria para preservar sua fonte, sua imagem e anonimato.

Cúmplice.
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